Paul McCartney morreu e foi substituído por um cadáver

A história da maior boy band de todos os tempos teve uma mudança trágica na noite de 9 de Novembro de 1966, um episódio que ficou conhecido como a queda dos Big Bens gêmeos, ou 9-11, em referência à data da tragédia.

Os Beatles se juntavam todas as quarta-feiras para jogar truco com o pessoal de outra boy band famosa, os roladores de pedras , num buteco ao lado do estúdio de Abbey Road. Naquela noite especifica, um amigo especial de Keith R., e principal fornecedor dos canapés das trucadas semanais não aparecera, o que criou um enorme mal estar entre os 8 amigos. Silêncio absoluto até que John sacou seu Nokia 3310 (que havia sobrevivido ao impacto do asteróide que matou os dinossauros) e fez uma ligação, sussurando múrmurias de amor. Em menos de 15 minutos surge aquela figura enigmática, conhecida como “a japonesa”, a quem Paul McCartney detestava, acompanhada de sua amiga espanhola Maria Joana, a mais popular entre todos os amigos.

VEstido da japonesa
Vestido da “japonesa” no dia da tragédia

A festa ficou animada depois disso, e a energia de Maria fez o grupo se reenergizar e Paul McCartney pediu um pouquinho de farinha de trigo para colocar em seu Bourbon. “A japonesa” rapidamente o serviu, na tentativa de eliminar o mal estar entre eles, mas não funcionou. Aos poucos, Paul McCartney foi ficando com os olhos pesados, cabeça girando e disse a festa ficara estranha, cheia de gente esquisita e que ele não estava legal. Na verdade, não aguentava mais birita.

Mini Moke de Paul, 64 e rodas de Brasília
Mini Moke de Paul, 64 e rodas de Brasílial

Saiu à francesa e pediu ao manobrista o seu Austin Mini Moke, ano 64 com rodas de Brasília e saiu, cantando os pneus que, aliás, cantavam melhor do que a própria banda. Sorrateiramente, a “japonesa” deixa o recinto, deixando sua amiga com os outros rapazes, e, bela e formosa, subiu em seu Trabant. O carrinho trazia, em seu capô, um logo muito suspeito, e ela seguiu Paul McCartney pelas ruas de Londres. Até que o inevitável aconteceu: enquanto Paul acelerava,  viu uma escada para o céu, misturada com uma estrada para o Inferno e tentou derrubar os Big Bens Gêmeos, mas o Mini Moke não resistiu, e Paul morreu esmagado pelo carrinho.

Trabant da "Japonesa", e um logo intrigante
Trabant da “Japonesa”, e um logo intrigante

Um quarteirão atrás a “japonesa” assistia ao acidente com um sorriso maligno no rosto. Seu plano dera certo. Abriu a janela de seu carro e passou a emitir sons estranhos (que anos mais tarde seriam reproduzidos em uma exibição de artes), e alguns morcegos sairam de dentro do relógio de Londres e escalpelaram a Paul. Aquela cabeleira seria importante para o segundo passo do plano. O carro se incendeia, Paul McCartney vira cinzas que são levadas e entregues a Maria Joana para serem distribuidas na trucada semana seguinte.  

No buteco o telefone de John toca e ele balança a cabeça em sinal de positivo. Pede licença e faz uma outra ligação de seu Nokia, se apoiando na mesa de Sinuca. Enquanto conversa, olha para a mesa e vê Mick, um jegue, lambendo Maria Joana com aquela sua língua enorme, Keith R. trocando de sangue com uma virgem, Ringo e George olhando para tudo com aquela cara de quem não entendia nada. Como sempre. Ele sabia que sua vida agora ficaria mais fácil para liderar os 4 de Liverpool.

Enquanto isso, em uma rua paralela à Picadilly Circus, a Japonesa maquiava e implantava a cabeleira de Paul McCartney em um velho amigo de John: Stu Sutcliffe, que forjara sua propria morte por aneurisma cerebral anos antes. A japonesa era uma estrategista de mão cheia!

Sgt Peppers
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
Capa do disco dá muitas dicas sobre a morte de Paul

John e Stu eram grandes amigos e muito zoeiros, e começaram a mandar múltiplas dicas sobre o que tinha acontecido: a coroa de flores em forma de baixo na capa de Sgt Pepper’s, as frases finais de Strawberry Fields forever, onde John canta “I burried Paul” (eu enterrei Paul), a capa de Abbey Road, com “Paul” descalço, mas nota-se claramente que a joanete dele não estava lá (mas quase ninguém notou), e até o projeto solo de “Paul”, chamado Wings, que era uma merda muito das ruins para poder ser do Paul original. Stu, sabidamente, como baixista era um excelente pintor.

O segredo perdurou entre os dois amigos e, depois que a banda acabou, Stu mudou-se para Los Angeles, mudou seu nome para Cliff Burton e formou o Metallica, até falecer em 1986, ironicamente, em um acidente rodoviário. John Lennon foi assassinado em 1980 por um tiro supostamente disparado por Mark Chapman… mas há quem diga que o verdadeiro assassino foi um cara canhoto, com marcas de queimadura pelo corpo e com a cabeça escalpelada.

Esse foi mais um texto da série “Verdades Tottinianas”, onde 99% é verídico mas aquele 1%….

Baú do Rock

About the Author: Luiz Totti

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